Aquele, o tão aguardado, querido por todos: o final de semana.
Dá vontade de fazer birra pra que ele não acabe, bater o pé, sair correndo pro quarto e trancar a porta e se recusar a deixar a semana entrar. Quem não gostaria de finais de semana enormes, de pernas pro ar. E quando os finais de semana tem um motivo mais especial pra serem tão aguardados, ah.. ai não dá vontade de que acabe mesmo.
Sua semana pode ser proveitosa, você pode fazer coisas divertidas, ter conversas legais e engraçadas. Mas aquela espera, mesmo que você não se dê conta, está lá, no seu subconsciente. Aquela contagem regressiva, toda semana.
E já começou, denovo e denovo.
P.S.: Em semanas com feriado, temos que agradecer pela contagem regressiva passar mais rápido. Alegria.
segunda-feira, 25 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Aquele Sobre As Pequenas Coisas
E é quando eu teria motivos pra talvez ficar brava com a vida, pra dizer que ela é injusta, que eu faço justamente ao contrário.
É ai que se eu me sinto perdida eu não penso duas vezes em pedir ajuda, peço conselhos, palavras que me façam esquecer de tudo e me ajudem a enxergar os caminhos que antes eu não via. É então que eu volto a admirar as pequenas coisas, que fazem com que seu dia seja muito melhor.
Aquela conversa por horas no telefone com aquela amiga que você não vê há um bom tempo, mas que para tudo pra te ouvir e arranca risadas de um ponto da conversa em diante. Aquela pessoa que faz aquela mudancinha na rotina pra te encontrar no metrô, te vê chorar e te abraça e te dá força pra fazer o que você não tem coragem por ser algo incerto, mas nas palavras dela você vê que vai ficar tudo bem, não há motivo pra preocupação alguma. Em ouvir sua cachorra vir correndo pro seu quarto, porque seus pais já foram e deixaram a porta apenas encostada, abrir a porta com um empurrão e pular na sua cama e deitar ao seu lado e até roncar.
Em andar pela cidade, olhar pro céu, pras arvores, livros antigos em sebos.
Fé.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Aquele Sobre As Respostas.
I got a thousand answers one's gotta be right
Give a thousand chances and I'll get it right.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Aquele Sobre Amy
Em 2012 ganhei um presente especial. De inicio não fazia ideia do quanto eu ia gostar dele, mas acabei me apaixonando perdidamente.
O presente foi a biografia da Amy Winehouse, escrita por Mitch Winehouse, seu pai e intitulada "Amy Minha Filha".
No livro Mitch fala da infância de Amy, da criança elétrica e talentosa que ela era, das dificuldades que enfrentou na escola e da decisão de se tornar artista. Fala do inicio da carreira, sobre como todas as músicas de Amy eram extremamente pessoais e sobre seus relacionamentos. O que mais ganha destaque é o relacionamento com Blake, com quem Amy teve um relacionamento conturbado, cheio de idas e vindas, consumo de drogas pesadas, que resistiu durante muito tempo, mesmo com Blake indo parar na cadeia por agressão e suborno.
O que o livro mostra e muita gente nunca chegou a saber é que Amy já estava há anos sem consumir drogas ilícitas e sua luta, antes de seu falecimento, era contra o consumo de álcool, que foi cheia de altos e baixos, assim como sua luta para abandonar o vicio das drogas. Infelizmente seu corpo estava muito debilitado e não suportou suas recaídas durante sua tentativa de abandonar o alcoolismo.
Vale a leitura, ela era uma mulher incrível. Por vezes insegura, mas era uma pessoa simples que por mais que cometesse erros, tinha um coração bom e generoso.
Nunca havia experimentado essa experiência de realmente saber como um ídolo meu realmente agia em sua vida, os jornais e tabloides aumentam, inventam e nem tudo que eles dizem corresponde a verdade ou então eles não tem a real noção do que se passa de verdade na vida da pessoa por trás das aparências, começar logo pela Amy... bom, digamos que é um livro que não vou me esquecer, que eu praticamente devorei e que ainda pretendo ler novamente.
O presente foi a biografia da Amy Winehouse, escrita por Mitch Winehouse, seu pai e intitulada "Amy Minha Filha".
No livro Mitch fala da infância de Amy, da criança elétrica e talentosa que ela era, das dificuldades que enfrentou na escola e da decisão de se tornar artista. Fala do inicio da carreira, sobre como todas as músicas de Amy eram extremamente pessoais e sobre seus relacionamentos. O que mais ganha destaque é o relacionamento com Blake, com quem Amy teve um relacionamento conturbado, cheio de idas e vindas, consumo de drogas pesadas, que resistiu durante muito tempo, mesmo com Blake indo parar na cadeia por agressão e suborno.
O que o livro mostra e muita gente nunca chegou a saber é que Amy já estava há anos sem consumir drogas ilícitas e sua luta, antes de seu falecimento, era contra o consumo de álcool, que foi cheia de altos e baixos, assim como sua luta para abandonar o vicio das drogas. Infelizmente seu corpo estava muito debilitado e não suportou suas recaídas durante sua tentativa de abandonar o alcoolismo.
Vale a leitura, ela era uma mulher incrível. Por vezes insegura, mas era uma pessoa simples que por mais que cometesse erros, tinha um coração bom e generoso.
Nunca havia experimentado essa experiência de realmente saber como um ídolo meu realmente agia em sua vida, os jornais e tabloides aumentam, inventam e nem tudo que eles dizem corresponde a verdade ou então eles não tem a real noção do que se passa de verdade na vida da pessoa por trás das aparências, começar logo pela Amy... bom, digamos que é um livro que não vou me esquecer, que eu praticamente devorei e que ainda pretendo ler novamente.
Aquele Sobre Filmes Mudos
Este final de semana assisti O Artista novamente, desta vez com o namorado e a família.
Meu avô não é muito chegado a filmes, não tem muita paciência, acaba pegando no sono. Os únicos filmes que fazem com que ele se interesse são comédias, daquelas que fazem ele se acabar de dar risada.
Ele começou a assistir o filme, que eu acho uma fofurice só, e ele começou a sorrir e gostar. Como meu avô é daquelas pessoas mais conservadoras e por mais que tenha o dia totalmente livre sempre estabelece uma rotina para seguir, lá se foi ele. Deixou o filme de lado porque "tinha coisas a fazer".
Fato é que percebo como as pessoas precisam de pouco pra transmitir sentimentos e emoções através dos filmes. Hoje em dia tem tanto filme por ai sobre nada especificamente ou então que abordam sempre os mesmos temas, mas que não tocam você. Te deixam entretidos por 1h30~2h e só. O único filme mudo que assisti teve a capacidade de me deixar ligada a tudo que acontece porque há a necessidade de estar sempre atento as ações dos personagens, suas expressões, a trilha sonora...
Quero mais filmes mudos, não porque hoje está na moda querer voltar ao passado, e sim porque quero conhecer como tudo começou, quero ver mais filmes que me passem essa sensação de transmitir tanto sem uma única fala.
Meu avô não é muito chegado a filmes, não tem muita paciência, acaba pegando no sono. Os únicos filmes que fazem com que ele se interesse são comédias, daquelas que fazem ele se acabar de dar risada.
Ele começou a assistir o filme, que eu acho uma fofurice só, e ele começou a sorrir e gostar. Como meu avô é daquelas pessoas mais conservadoras e por mais que tenha o dia totalmente livre sempre estabelece uma rotina para seguir, lá se foi ele. Deixou o filme de lado porque "tinha coisas a fazer".
Fato é que percebo como as pessoas precisam de pouco pra transmitir sentimentos e emoções através dos filmes. Hoje em dia tem tanto filme por ai sobre nada especificamente ou então que abordam sempre os mesmos temas, mas que não tocam você. Te deixam entretidos por 1h30~2h e só. O único filme mudo que assisti teve a capacidade de me deixar ligada a tudo que acontece porque há a necessidade de estar sempre atento as ações dos personagens, suas expressões, a trilha sonora...
Quero mais filmes mudos, não porque hoje está na moda querer voltar ao passado, e sim porque quero conhecer como tudo começou, quero ver mais filmes que me passem essa sensação de transmitir tanto sem uma única fala.
<3
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