segunda-feira, 1 de abril de 2013

Aquele Sobre o Lollapalooza Brasil 2013

Desde 2012 a páscoa se tornou o feriado mais agitado do ano.

Este ano não foi diferente. Na verdade foi até melhor!

Não consegui ir aos três dias, como eu gostaria, mas fui no sábado e no domingo e os shows foram ótimos. Sábado assistimos ao Killers pelo Multishow. Nos arrependemos de não ir porque o show deles foi incrível, só de ouvir todo mundo cantando pela TV a vontade de estar lá aumentava. 

Sábado chegamos no horário do show do Two Door Cinema Club e tirando o calor e a lama, claro, foi incrível. Lemos vários comentários sobre a apresentação deles e realmente eles surpreenderam, tinha muita gente lá assistindo e cantando junto, jurava não teria tanta gente lá assistindo e muito menos que cantariam as músicas junto.

Saímos antes do final do TDCC pra assistir o Franz Ferdinand, ficamos na grade perto da mesa de som e eu, que sou muuuuuuito baixinha, pude ver a apresentação perfeitamente. O show foi animado e com direito ao solo de bateria com toda a banda. Ficamos até o final e corremos pro palco Cidade Jardim, já que o show do Franz Ferdinand atrasou e o show do Queens Of The Stone Age já havia começado. A esta altura, os pontos do Jockey que tinham poças de lama haviam se tornado armadilhas, já que não dava pra enxergar nada, só conseguíamos saber onde era porque geralmente haviam aqueles espaços enormes no meio do público. Alguns não se importavam e afundavam até os tornozelos na lama (eca). E então fechamos a noite com The Black Keys, que eu também jurava que poucas pessoas assistiriam e uma quantidade menor ainda cantaria as músicas. E eles surpreenderam também, já que todo mundo cantou junto boa parte das músicas, explodindo na hora em que eles cantaram Lonely Boy. Eles são bem paradões, assim como boa parte das bandas que se apresentaram no sábado, não se movimentam tanto, não conversam tanto com o público, mas mesmo assim achei um show ótimo.

Já no domingo chegamos um pouco mais cedo, andamos e esperamos na grade, perto da mesa de som do palco Butantã, o show do Kaiser Chiefs. E como valeu a pena esperar pelo show ali pra garantir um lugarzinho na grade. Acredito que foi um dos shows mais animados do festival. O vocalista conversou muito com o público, escalou a estrutura do palco e da torre próxima a mesa de som, correu, pulou, rodopiou e montou no carrinho da câmera em frente ao palco. Energia de sobra!

E tudo se repetiu no show do The Hives, toda a animação, a comunicação com o público e a movimentação no palco. Teve até direito a autografo na capa do disco que um fã levou. Vimos o Pell de pertinho no final do show. Foi sensacional. 

Teve empurra empurra, gente folgada, muita fila, cheiro ruim das poças de lama espalhadas pelo Jockey, mas valeu cada segundo.

Este ano nem comprei nada lá dentro, a cada ano que passa as coisas ficam mais caras. Paguei caro no ingresso sim, mas não pago lá dentro se puder levar algo pra comer. Ainda acho R$ 8,00 em um copo de cerveja ou um pacote de pipoca (pois é) um absurdo. 

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